No domingo da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal. Um tempo de grande júbilo e alegria, pois Jesus venceu a morte e nos garantiu o penhor da salvação. Este tempo de festa para a Igreja encerra-se em um outro domingo, especial para os carismáticos: a festa de Pentecoste.
A solenidade que celebra a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja nascente encontra eco até hoje em nossa vida de oração. Por isso, os carismáticos se identificam tanto com esta festividade eclesial.
E de fato, hoje é uma grande festa. Marca a transformação da Igreja de uma seita judaica em uma comunidade universal, missionária, mas, não proselitista, e sim comprometida com a construção do Reino de Deus “até os confins da terra”. Lucas insiste que a experiência de Pentecostes não se limita a um evento - é uma experiência contínua - por isso relata novas descidas do Espírito Santo: em uma comunidade em oração dentro de uma casa (At 4, 31), sobre os samaritanos (At 8, 17), e, para o espanto dos judeu-cristãos ortodoxos, sobre os pagãos na casa do Cornélio (At 10, 4). Pois o Espírito Santo sopra onde quer, sobre quem quer, em favor do Reino de Deus. Aprendamos do texto de Atos, e celebremos a nossa vocação missionária. Não me reporto a falar em línguas, mas a falar a língua única do amor e do compromisso com o Reino, para que a mensagem do Evangelho penetre todos os povos, culturas, raças e etnias.
Soli Deo Gloria!
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