quarta-feira, 26 de outubro de 2011

“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” (2Co 5:18)


QUE FAZES AQUI?

(Adaptado)
...e eis que lhe veio a palavra do Senhor e lhe disse: Que fazes aqui, Elias? I Rs 19:9

É difícil entender como alguém de relacionamento tão íntimo com Deus, cheio do Espírito Santo, chegue a tal situação. Elias, não foi o primeiro, e não será o único. Por todos os dias, desfrutamos de misericórdia e fidelidade divina, porém, quando as tribulações nos chegam, a falibilidade humana tende a esquecer a infalibilidade de Deus. Elias estava desanimado, angustiado e cheio de dúvidas: Ameaçado de morte, foge da terrível Jezabel e refugia-se no deserto, embaixo de um de zimbro, pedindo a morte.
Ele preferia ser morto por Deus, a ser entregue a uma ímpia. Elias havia presenciado a morte de muitos profetas; não esperava, contudo, que sua vez chegaria. Afinal, ele era amigo de Deus, com muitas promessas a serem realizadas. Isto aconteceu com você? Acreditou firmemente nas promessas divinas e de repente viu tudo conspirar contra? Deus havia se esquecido de Elias? Haveria Deus esquecido de mim e de você? Dos que O buscam e confiam em sua providência?
Satanás ataca-nos em nossos momentos de fraqueza. Foi assim com Jesus, no deserto. Quando teve fome, o inimigo lhe ofereceu pão. Ele se apresenta como a solução mais rápida e fácil. Foi assim com Elias: "Pede a morte, você não merece mais viver dessa forma", Essa voz "martelava" aos ouvidos do profeta como foi com Moisés, Jonas e Jó. Quando se acharam em grande aperto, eles também pediram a morte. Ao nos sentirmos derrotados, o inimigo é quem detém a vitória.
A história de Elias, contudo, teve um final feliz. Ele venceu em vida, até ser arrebatado aos céus. Seus inimigos é que tiveram um fim trágico. Elias, com todas as suas falhas, foi agradável a Deus. Conosco não é diferente. Deus nos ama muito mais do que nossa finita mente possa alcançar. Ele não quer que desistamos, mas que nos refugiemos nele. Que as lições de Elias "homem sujeito às mesmas paixões que nós" (Tg 5:17), fale profundamente aos nossos corações. Amém.

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