Deus está morto”. Essa talvez seja a declaração mais conhecida do filósofo ateu Friedrich Nietzsche (1844-1900). Nietzsche, em seus escritos, negou a existência de valores absolutos e proclamou desprezo às instituições. No entanto, o pobre filósofo findou sua vida imerso na loucura e assim faleceu em 1900.
É fato que por vezes essa frase tem sido mal interpretada, uma vez que, ao observarmos o contexto da citação em tela, percebemos que Nietzsche dá ênfase a um acontecimento cultural, ao afirmar que “E quem o matou fomos nós”. No entanto, a sociedade hodierna parece ter adotado essa linha de pensamento. Os homens vivem dissolutamente, como se Deus não existisse. Como se fôssemos constituídos apenas pelo corpo, pela parte material, sem nos preocuparmos com o destino de nossa alma... Ou seja, quem está morto hoje, literalmente, é Nietzsche. E toda a humanidade distante de Deus. Morta em suas ofensas e pecados. Nos esquecemos que Deus, proclamado morto pelo aludido filósofo e por nossos atos cotidianos...
É Eterno...
É Eterno...
É aquele que é, que era e que há de ser...
É Onipotente, Onipresente e Onisciente ...
É o Criador dos céus e da terra...
É aquele que sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder...
É o Rei dos reis e Senhor dos senhores...
É o Maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz...
E está conosco todos os dias, até a consumação dos séculos.
Quantos hoje, tem se recusado a acreditar na existência do Todo-Poderoso... Se você está contado entre esses, cuidado... ainda há tempo de rever seus conceitos, preconceitos e pré-conceitos.
“Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniqüidade; não há ninguém que faça o bem” (Salmo 53.1).
Soli Deo Gloria!
Nenhum comentário:
Postar um comentário